Segue alta em fevereiro o índice que reajusta aluguéis

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado no País como base de cálculo para reajuste da maioria dos contratos de aluguel, variou 1%, taxa superior a de janeiro, igual a 0,79%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,20%. No mês anterior, a taxa foi de 0,76%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,17%, em fevereiro, enquanto em janeiro este grupo de produtos mostrou variação de 0,08%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação elevou, de -1,14% para 1,66%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,02%. Em janeiro, a taxa foi de 0,17%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,76%. Em janeiro, a taxa foi de 0,78%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,90% para 0,76%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,82%, ante 0,79%, em janeiro.

No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou 2,97%, em fevereiro. Em janeiro, o índice registrou variação de 1,50%. Os principais responsáveis pela aceleração do grupo foram os itens: milho (em grão) (2,89% para 9,84%), algodão (em caroço) (9,42% para 18,40%) e minério de ferro (1,07% para 3,80%). Ao mesmo tempo, registraram-se desacelerações em itens como: soja (em grão) (1,13% para -0,72%), leite in natura (2,36% para 0,64%) e suínos (-6,70% para -9,83%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,67%, em fevereiro. Em janeiro, a variação foi de 1,08%. Cinco dos sete grupos componentes do índice registraram decréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (1,47% para 0,24%). As principais influências partiram dos itens: frutas (1,87% para -1,41%), carnes bovinas (-0,58% para -2,91%) e hortaliças e legumes (9,35% para 6,42%).

Também apresentaram recuos em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (2,75% para 1,63%), Vestuário (0,35% para -0,55%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,53% para 0,33%) e Transportes (1,94% para 1,82%). Nestes grupos, os destaques foram: cursos formais (4,64% para 1,93%), roupas (0,50% para -0,92%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,71% para -0,25%) e tarifa de ônibus urbano (3,89% para 3,47%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimos em suas taxas de variação os grupos: Despesas Diversas (0,95% para 1,57%) e Habitação (0,22% para 0,51%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: cigarro (0,00% para 1,89%) e aluguel residencial (0,26% para 1,05%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em fevereiro, variação de 0,39%, acima do resultado de janeiro, de 0,37%. Dos três grupos componentes, apenas Materiais e Equipamentos apresentou aceleração, cuja taxa passou de 0,22%, em janeiro, para 0,54%, em fevereiro. A taxa do grupo Serviços recuou de 1,21% para 1,04%, enquanto a do índice relativo ao grupo Mão de Obra baixou de 0,32%, no mês anterior, para 0,12%, nesta apuração.

O IGP-M é calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
 

Fonte: Imóvel Web

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