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O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 0,59%, no segundo decêndio do mês de março. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,88%.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,68%, no segundo decêndio de março. No mesmo período do mês anterior, a variação foi de 1,07%. A taxa de variação dos Bens Finais avançou de -0,24% para 0,69%. A maior contribuição para esta aceleração teve origem no subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -1,90% para 0,30%.
A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,87%, em fevereiro, para 0,66%, em março. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,94% para 0,68%.
O índice referente a Matérias-Primas Brutas teve sua taxa de variação reduzida de 2,86% para 0,68%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (-0,32% para -5,58%), minério de ferro (5,37% para -0,05%) e milho (em grão) (8,93% para 1,32%). Em sentido oposto, destacam-se: aves (-1,91% para 1,87%), café (em grão) (6,27% para 10,65%) e bovinos (0,07% para 0,83%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,45%, no segundo decêndio de março, ante 0,54%, no mesmo período do mês anterior. Três das sete classes de despesa componentes do índice registraram decréscimos em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (1,68% para 0,05%). Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item cursos formais (1,93% para 0,00%).
Também registraram decréscimos em suas taxas de variação os grupos Despesas Diversas (1,49% para 0,42%) e Transportes (1,56% para 0,96%). Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos preços dos itens: jogo lotérico (9,66% para 1,59%) e tarifa de ônibus urbano (3,34% para 0,26%), respectivamente.
Em sentido oposto, apresentaram avanços em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (-0,45% para 0,76%), Alimentação (-0,07% para 0,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,31% para 0,56%) e Habitação (0,48% para 0,53%). Os itens que mais influenciaram a aceleração destes grupos foram: roupas (-0,62% para 1,05%), frutas (-2,42% para 0,77%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,19% para 0,19%) e tarifa de telefone móvel ou celular (0,02% para 2,04%), respectivamente.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de março, variação de 0,37%. No segundo decêndio de fevereiro, a taxa foi de 0,42%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,56%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,67%. O índice que representa o custo da Mão de Obra repetiu a taxa de variação da última apuração, que foi de 0,17%.
O segundo decêndio do IGP-M, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Fonte: Imóvel Web