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A chegada das festas de fim de ano e das férias faz muita gente colocar o pé na estrada, seja para o mar ou para o campo. Algumas pessoas optam por alugar casas de veraneio ou sítios, mas é preciso ficar atento para fazer um bom negócio e evitar uma tremenda dor de cabeça no período em que o que mais se quer é sossego. Para que tudo saia como planejado e a viagem seja inesquecível e somente com recordações boas, é necessário a escolha adequada do imóvel a ser alugado e a confecção de um contrato detalhado.
Especialistas alertam para algumas considerações que devem ser feitas antes da escolha do imóvel para alugar durante a temporada. De acordo com o corretor de imóveis Alexsandro Catalão, o certo é que o contrato passe por uma imobiliária, mas se o locatário for buscar na internet ou anúncios, é preciso ter referências. "Não aconselho que o aluguel seja feito sem que a pessoa conheça o imóvel e sem ter tido indicações sobre as instalações e condições da casa. É muito comum que as casas de temporada que não passem por imobiliárias estejam depreciadas. Quando uma empresa imobiliária é a responsável pela locação, ela passa a ser corresponsável pelas condições do local, bem como pelo contrato que será realizado. Qualquer problema que houver, a imobiliária será também responsabilizada", garante.
Paciência
Segundo Catalão, a maioria dos imóveis foram negociados entre setembro e outubro e os que restaram estão mais caros. Porém, existem. "Grande parte das casas e apartamentos no litoral já estão ocupados, mas ainda é possível encontrar. Quem quer alugar vai precisar de um pouco mais de paciência para conseguir um imóvel que ofereça conforto e preço bom", conta. Ele aconselha para que a dificuldade em conseguir o imóvel, não diminua a precaução. "Mesmo com menor oferta, os cuidados não podem ser dispensados. Não se deve alugar só para garantir a viagem, pois os aborrecimentos podem ser tão grandes, que serão capazes de estragar todo o passeio", disse.